Em 20013, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) depositou, no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), sete pedidos de patentes, sendo cinco de pesquisas relacionadas às áreas da saúde, farmacêutica e de cosméticos, e dois referentes a registros de programas de computador (software). Ao todo, o Inpa tem 69 depósitos de patentes e 115 produtos e processos registrados.
Isso significa que o Inpa tem resultados de pesquisas que estão protegidos, são novos no mercado, têm atividade incentivada e com possibilidade de produção industrial. A patente é uma maneira de resguardar um conhecimento de forma que possa ser desenvolvido com segurança, evitando a concorrência desleal, além de mostrar que a instituição tem tecnologia com resultados inovadores.
“Quando divulgamos o depósito de patentes estamos informando à sociedade e chamando o empresariado para ter acesso a esse conhecimento para desenvolver industrialmente e fazer com que essa tecnologia chegue ao mercado”, explica a coordenadora da Coordenação de Extensão de Tecnologia e Inovação (Ceti), Rosangela Bentes
Segundo ela, é de interesse do Inpa mostrar ao empresariado que o instituto está disponibilizando essas tecnologias para serem desenvolvidas, gerando riqueza, renda e fazendo com que a inovação chegue até à sociedade.
Patentes
Os sete pedidos de depósitos de patentes de 2013 são: sabonetes para o tratamento de acne; preparação terapêutica para malária; derivado de dilapiol para controle de praga; princípio ativo para combate a doenças tropicais; corante alternativo natural com propriedade fluorescentes; Software - Sistema de Análise Integrada de Parâmetros Ambientais para Sistemas Aquáticos; Programa de Computador: “Tamanduá: A pipeline for annotation and Startistical Analysis (em tradução livre).”
“O empresário que tiver acesso à tecnologia dessa natureza só tem a crescer, porque hoje a regra é que tenhamos as empresas inovadoras com produtos de base tecnológica. Uma empresa inovadora não é aquela que compra equipamento novo, é aquela que realmente desenvolve tecnologia que venha dos laboratórios, ou melhor, de P&D este é o diferencial”, destaca Rosangela Bentes.
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Texto: Luciete Pedrosa – Ascom do Inpa