Promover o encontro entre pesquisadores, técnicos e pescadores das diferentes subregiões amazônicas, com objetivo de discutir o manejo participativo do pirarucu, o maior peixe da Amazônia. Esta é a finalidade do I Seminário Internacional sobre Conservação e Manejo de Pirarucu, que o Instituto Mamirauá (MCTI) realiza, entre os dias 8 e 9 de agosto, em Manaus.
O evento também servirá para estimular a debater os avanços e desafios enfrentados na última década, seja no campo da ciência, na assessoria técnica prestada, no apoio governamental ou na aplicação do manejo.
Segundo a bióloga Ellen Amaral, consultora do Programa de Manejo de Pesca do Instituto Mamirauá, ao longo de mais de uma década, o manejo participativo do pirarucu tem gerado resultados sociais, ecológicos e econômicos expressivos no Amazonas.
Dentre eles, os mais importantes são a regularização da pesca comercial de pirarucu, proibida no estado do Amazonas em 1996; o aumento anual médio na população de pirarucu de aproximadamente 25% nas áreas de manejo; o aumento anual médio na renda gerada de cerca de 29%; e o reconhecimento conferido ao grupo de pescadores pela prática de ações sustentáveis ecologicamente.
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Texto: Ascom do MCTI