Empresas de diferentes segmentos do mercado que manifestaram interesse na incubação não-residente começaram a ser selecionadas pelo Comitê Interno do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT) para participar da incubação piloto de produtos e processos obtidos com os resultados de pesquisas já patenteados pelo instituto.
Sete propostas de empresas já foram analisadas pelo comitê. Dessas, quatro foram aprovadas por terem os requisitos claros exigidos pela instituição e as restantes serão revistas através de uma análise mais aprofundada nos documentos apresentados para futura aprovação.
A Coordenação de Extensão e Inovação, sob responsabilidade do pesquisador do Inpa, Carlos Bueno, decidiu apoiar a incubação de empresas – dos ramos de madeira, frutos, pigmentação em couro e bebidas não-alcoólicas – e vê a iniciativa como uma forma de popularizar no mercado esses produtos obtidos por meio das pesquisas do instituto e torná-los acessíveis à sociedade consumidora. “O Inpa tem papel decisivo na parceria, uma vez que entra com a tecnologia e as empresas entram com a infraestrutura para desenvolver o produto”, disse Bueno.
De acordo com coordenadora de Extensão Tecnológica e Inovação, Rosângela Bentes, membro do comitê, as propostas que surgirem serão analisadas pelo comitê pois o foco de atuação do Inpa é promover essa modalidade para que haja demanda por parte das empresas, a fim de que se consolide a incubação-piloto, atuando sempre de acordo com os interesses do instituto, ressaltou.