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CNPq quer fortalecer programas de cooperação
28/02/2011 - 09:47

O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), Glaucius Oliva, anuncio na sexta-feira (25), durante o Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), em Vitória (ES), que o instituto terá uma diretoria dedicada à cooperação. De acordo com ele, será necessário alterar o estatuto do órgão. “Em função do crescimento e do sucesso das ações de cooperação nacional estamos promovendo uma mudança de gestão na estrutura do CNPq. Isso sinaliza a importância que a casa tem dado a essas atividades”, falou Oliva.

A proposta é, segundo ele, aproximar o órgão dos governos estaduais e impulsionar os programas que têm sido realizados com apoio das fundações de amparo à pesquisa. “Hoje posso garantir que as principais ações do CNPq são feitas em parceria”, disse.

Nesse sentido, o presidente do Confap, Mário Neto Borges, propôs ao CNPq ter um assento no Conselho Deliberativo do órgão federal. A ideia foi aprovada por Oliva, que se comprometeu em levar a sugestão para a primeira reunião da instância, marcada para abril próximo.

Mais foco

Oliva também destacou que o CNPq começa 2011 com um cenário levemente preocupante, já que trata-se de um momento de ajuste fiscal, com o comprometimento do governo federal de melhorar o perfil das contas públicas. “É um esforço grande que não deve ser minimizado, mas que pode ter impacto nos investimentos para ciência, tecnologia e inovação (CT&I), quando na verdade é fundamental manter os investimentos no segmento, mesmo em momentos de crise”, disse. Entretanto, ele lembrou que esse momento de ajuste de contas pode ser positivo, pois abre uma oportunidade de aperfeiçoar o que vem sendo feito.

“É inegável o crescimeto dos investimentos nos últimos anos, mas, é importante olharmos o impacto disso para que essas ações sejam mais eficazes”, ponderou. A ideia, segundo ele, é realizar um seminário sobre o Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex), para avaliar o impacto dessa iniciativa por Estado.

Ele também pediu apoio das FAPs para formatar um programa de bolsas sanduíche reversa para atrair os pesquisadores brasileiros que estão fora do país, defendido pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. “Faz mais sentido fazer isso em parceria com os Estados, para que possamos atrair esses profissionais para os centros de pesquisa que estão emergindo”.


Com informações da Gestão C&T

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