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Secretário-Executivo apresenta avanços do PACT,I para diplomatas
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Luiz Elias participou hoje (4), com os embaixadores Fernando Guimarães Reis e André Amado, de uma apresentação para os alunos 55º Curso de Formação de Diplomatas
04/11/2008 - 20:25

O secretário-executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia (Sexec/MCT), Luiz Antonio Elias Rodrigues, fez nesta tarde em Brasília (DF) uma apresentação do Plano Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (PAC,T&I 2007/2010) para os alunos do 55º Curso de Formação de Aperfeiçoamento de Diplomatas do Ministério das Relações Exteriores.

Na apresentação, acompanhada pelo diretor-geral do Instituto Rio Branco (IRB), embaixador, Fernando Guimarães Reis, e pelo embaixador André Amado, Luiz Elias destacou a importância do Plano para o País. De acordo com o secretário-executivo, o princípio do PAC,T&I é garantir uma política de estado que articule um conjunto de atores em diversas áreas – educação, saúde, C&T, agricultura, indústria – e desta forma, permitir a melhoria da gestão de processos, além da aplicação de mais recursos em ciência e inovação.

O secretário ressaltou a aplicação assegurada de R$ 41 bilhões entre 2007 e 2010, previstas no Plano. "São recursos efetivos do MCT compartilhados com a Petrobras, BNDES, ministérios da Saúde e Agricultura, que esperamos compartilhar não só com a academia, mas com o setor empresarial", disse. Em sua avaliação, o Brasil tem hoje capacidade de inovar e de agregar valor aos seus produtos, e ainda pode compartilhar o risco tecnológico com as empresas. "Estamos trabalhando para chegar em 2010 com uma razão de investimento de 1,5% do PIB em P&D. Isso nos colocará em condição de comparação com as principais economias internacionais", destacou.

Para Luiz Elias é preciso eliminar a impressão de que o Brasil não tem capacidade de gerar conhecimento e dar resultados. De acordo com ele, o agronegócio está aí para mostrar que o País pode produzir conhecimento e obter ganhos concretos. "Temos ainda que mudar a visão de que o marco regulatório é um impeditivo deste processo, o que não é verdade. Também é preciso deixar claro que existem recursos para financiamento, mas é necessário que o setor industrial responda, o que não está ocorrendo a altura", disse. O secretário-executivo lembrou ainda que, em três anos, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT), serão destinados R$ 2 bilhões em recursos de editais de Subvenção Econômica à Inovação. Com esse dinheiro, explica ele, o governo compartilha o risco tecnológico com o setor industrial. "São recursos não reembolsáveis que nos permite assumir esse risco com as empresas que estão na fase mais complicada, que é a pré-competitiva. Através desta ação financiamos projetos e pesquisas em áreas estratégicas de interesse do País", destacou.

Luiz Elias também destacou os avanços na área de cooperação internacional, especialmente, com os países da América do Sul e África. Ele citou como exemplo desta integração a consolidação do Centro de Nanociências e Nanotecnologia entre Brasil e Argentina, além de outros programas de cooperação com nações dos dois continentes em diversas áreas.

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