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Programa de TV traz explicação de astrônomos sobre buraco negro
12/09/2012 - 22:04

A formação de buracos negros foi tema de edição recente do programa televisivo Globo Ciência, que partiu de pergunta de internauta sobre a explicação da existência desses corpos celestes. A reportagem, disponível em vídeo e em texto, passa pela história da astronomia no mundo e no Brasil e destaca três institutos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

No vídeo, a pesquisadora Simone Daflon, do Observatório Nacional (ON/MCTI), fala sobre a formação do Sistema Solar. Também é lembrada a criação do ON – então Imperial Observatório do Rio de Janeiro – em 1827, por D. Pedro I.

Outro entrevistado é o pesquisador Alberto Rodríguez Ardila, do Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA/MCTI). Ele explica que os fenômenos em questão não são propriamente buracos, e sim, de certa forma, o oposto disso. “Eles estão cheios de matéria, altamente condensada”, comenta, acrescentando se tratar de regiões do espaço onde o campo gravitacional é tão forte que nada sai delas, nem mesmo a luz. O pesquisador afirma que, até hoje, a explicação mais aceita se dá por meio da Teoria da Relatividade, formulada no início do século passado pelo físico Albert Einstein.

Segundo Ardila, a criação de um buraco negro estelar acontece quando uma estrela de alta massa esgota o seu combustível, o que resulta numa implosão, seguida por uma explosão, na qual a maior parte da estrela é despedaçada – processo conhecido como explosão de supernova.

O programa cita também o Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast/MCTI), lembrando a programação gratuita e a biblioteca da instituição, e ensina, ainda, a construir uma luneta.

Leia mais.

Outra reportagem do site do Globo Ciência indica os principais centros para observação do céu no país. Entre eles, o Observatório do Pico dos Dias, em Brazópolis (MG), gerido pelo Laboratório Nacional de Astrofísica, e o Observatório Nacional, no Rio de Janeiro.

O texto diferencia observatórios e planetários. Segundo explica a pesquisadora Mariângela de Oliveira Abans, do LNA, aqueles permitem ver e estudar o céu em tempo real, enquanto os planetários se assemelham a cinemas, com projetores que simulam a posição e a movimentação dos astros.

Confira a matéria.

 

Texto: Ascom do MCTI
 

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