Revitalizar e ampliar a exploração da palma forrageira, com o objetivo de identificar variedades mais resistentes à praga cochonilha-do-carmim.
Esse é o objetivo do investimento de R$ 200 mil do Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI) está realizando em 26 municípios da Paraíba, para um projeto de pesquisas que, não apenas ampliará o cultivo de plantas resistentes à praga, mas encontrará respostas agronômicas sobre o manejo adequado destas variedades.
Esse manejo contempla fases distintas, como época de plantio, espaçamento, adubação, melhoramento genético, aproveitamento industrial, adaptação a diferentes regiões do Semiárido, entre outros aspectos.
Estudos apontam que a infestação por essa praga é capaz de ameaçar seriamente a cultura da palma forrageira, por deixar sua planta debilitada, amarelada até secar e morrer, em curto prazo. Segundo dados do Ministério da Agricultura (Mapa) e da Defesa Vegetal Estadual, do governo da Paraíba, já foram detectadas populações economicamente danosas da cochonilha-do-carmim em mais de 80 municípios da Paraíba.
Alternativa econômica
A palma forrageira exerce uma importante alternativa econômica e social para o Semiárido brasileiro por se apresentar como a principal fonte de alimento para os rebanhos bovinos, caprinos e ovinos da região, sobretudo nos longos períodos de estiagem.
Assim, a instalação destes campos em diferentes municípios da Paraíba permitirá o estudo de respostas das variedades de palma em cada ambiente de produção e auxiliará na definição do melhor manejo e variedade para o ambiente específico. Os campos de pesquisa serão implantados com sistema de subirrigação via gotejamento, com a finalidade de acelerar a produção de palma para atender a demanda de produtores da região.
Leia mais.
Texto: Ascom do Insa – Ascom do MCTI