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23/08/2012 - 12:49
A Rede de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal (Bionorte/MCTI)) promove – nesta quinta (23) e sexta-feira (24) – três eventos reunindo professores, pesquisadores e estudantes, no auditório do Instituto de Estudos Socioambientais da Universidade Federal de Goiás (IES/UFG). Em pauta, assuntos relacionados às atividades da Rede.
No primeiro deles, a 10ª Reunião do Comitê Científico da rede Bionorte, que ocorreu de 8h30 às 12h30 desta quinta-feira (23), foram tratados diversos assuntos, como a análise da 9ª Reunião, cujo relatório correspondente não apresentou alterações; o relato da situação atual dos comitês científicos estaduais, por parte de seus nove representantes; além da participação do professor da UnB e integrante da Rede Pró-Centro-Oeste, Fernando Araripe Torres.
No período de 14h30 às 18h30, ocorre a 3ª Reunião do Colegiado Geral do Programa de Pós-Graduação, e na sexta, acontece, de 8h30 às 17h, a 2ª Reunião de Acompanhamento de Projetos.
Criada em dezembro de 2008, a Bionorte é fruto de parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e as secretarias de Ciência e Tecnologia dos nove estados da Amazônia Legal. A gerência da rede é da Coordenação-Geral de Gestão de Ecossistemas do MCTI.
Composição
O conselho diretor da Bionorte tem membros do MCTI, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC), dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Integração Nacional (MI), dos conselhos nacionais de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), do Fórum de Pró-Reitores de Pós-Graduação e Pesquisa (Foprop), de instituições de ensino e pesquisa e do setor empresarial.
Em 2009, um edital da Bionorte aprovou 20 projetos de redes interestaduais em biodiversidade, biotecnologia e conservação, com recursos provenientes de fundos setoriais, fundações de amparo à pesquisa (FAPs) e secretarias estaduais de ciência e tecnologia (SECTs). Já o programa de pós-graduação, iniciado há um semestre, com 99 professores, busca fixar doutores na região.
A reunião ocorre em Goiânia – fora da Amazônia Legal – porque a Fundação de Apoio à Pesquisa da UFG (Funape) executa o convênio com os recursos do plano plurianual (PPA). O montante é aplicado no deslocamento dos participantes do colegiado da Bionorte, além de outras destinações.
Texto: Rodrigo PdGuerra – Ascom do MCTI