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Programa de Inclusão Digital beneficia 27 mil jovens em Pernambuco
25/03/2010 - 08:42

O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, participa hoje (25), às 9h, do lançamento da segunda ação do Programa de Inclusão Digital da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (Sectma) de Pernambuco. O evento é parte da programação de abertura da 1ª Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Cecti), em Recife (PE)  

O Programa iniciou a semana passada em oito municípios do interior do estado. A ação tem a parceria do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

A iniciativa prevê a inclusão digital e a capacitação de jovens no setor de Tecnologia da Informação (TI). A meta do programa é atender 90 municípios, formando 270 gestores (três por município, sendo um para cada lan house) e beneficiando, em seis meses, 27 mil pessoas em todo o estado.

“Essa é a nossa meta. No entanto, isso dependerá do interesse dos proprietários das lan houses no estado. Eles terão que se habilitar no programa e participar de um edital que será lançado pela Sectma”, destaca o secretário executivo de Tecnologia, Inovação e Ensino Superior da Sectma, Anderson Gomes.

Na segunda-feira (29), às 14h, haverá um seminário no Sebrae, em Recife (PE), onde os proprietários de lan houses receberão informações sobre como ser um empreendedor individual e se habilitar ao programa. A inscrição deve ser feita pelo telefone 0800-5700800.

Para essa primeira fase, de inclusão cidadã, qualquer jovem pode participar do programa, não havendo exigências de escolaridade. Serão repassados conceitos de cidadania, letramento digital e de como acessar ferramentas gratuitas de Internet (cadastramento de currículos, portais de busca, entre outros) e criar contas de e-mail. Além disso, os jovens também aprenderão a realizar serviços de utilidade pública pela Internet, como declaração de imposto de renda e serviços bancários, de saúde e de segurança.

“Nessa fase, o programa capacitará o cidadão a utilizar todos os serviços públicos que existem hoje na internet”, explica Patrícia Smith, professora da UFPE.

A segunda fase do programa, de formação digital, contemplará jovens matriculados a partir do 2º ano do ensino médio ou que já tenham concluído o nível escolar e tenham entre 19 e 24 anos. O módulo prevê profissionalização, num período de 10 meses, em programação para o desenvolvimento de sistemas Web 2.0 – a segunda geração de comunidades e serviços de internet. Em quatro anos, serão beneficiados dois mil jovens. Os cursos serão realizados em parceria com centros tecnológicos, laboratórios e centros de referência em educação.

“De acordo com pesquisas do Ministério da Ciência e Tecnologia, até 2012 faltarão à indústria brasileira de TI cerca de 210 mil profissionais da área. Queremos conciliar o espaço de lazer das lan houses com esse modelo de formação profissional”, explicou a secretária de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, Luciana Santos.

Um terceiro módulo ainda seleciona, na segunda fase do projeto, jovens com alto nível de empregabilidade para realizar programas de residência em TI, com possibilidade de emprego na própria instituição em que foram capacitados. Serão atendidos 500 alunos num período de quatro anos.  

Selo

As lan houses selecionadas e credenciadas receberão um selo de qualidade e serão monitoradas por meio de um sistema de gestão a distância, onde será possível saber quem está executando as ações de aprendizagem, quais ações são desenvolvidas e os alunos cadastrados. Também será possível avaliar os alunos sobre as ações do programa. Ao final

 

 

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