Ricardo Lemos/MCT - Primeira reunião do ano da CTNBio, presidida pelo ministro Sergio Rezende.
O especialista
em genética Edilson Paiva , o professor Aluízio Borem e o químico Antônio Euzébio Santana são os três integrantes da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) indicados pelos seus pares para assumir a presidência da entidade, em substituição ao médico Walter Colli. A votação foi realizada na manhã desta quarta-feira (10), no Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
A lista tríplice foi encaminhada ao ministro Sergio Rezende que escolhe o nome do novo presidente, que já preside a reunião plenária de amanhã (11)
Vinte integrantes titulares que compõem a Comissão votaram. Edilson Paiva, que é o atual vice-presidente da CTNBio, recebeu 18 votos; o professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV),
em Minas Gerais , Aluízio Borem, teve 14 indicações e o químico Antônio Euzébio, 12 votos. O mandato é de dois anos podendo ser renovado por mais dois.
Na mesma reunião tomaram posse os titulares e suplentes das áreas animal, vegetal, de saúde humana, meio ambiente e biotecnologia, além dos representantes do MCT e dos ministérios da Agricultura, da Saúde, do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário, da Defesa, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da Aquicultura e Pesca e das Relações Exteriores. Os titulares e suplentes especialistas em agricultura familiar e em saúde do trabalhador ainda não foram indicados. Amanhã (11) se realiza a primeira reunião plenária do ano com o novo presidente.
CTNBbio
A CTNBio é uma instância colegiada multidisciplinar, criada por meio da lei nº 11.105, de 24 de março de 2005. Sua finalidade é prestar apoio técnico consultivo e assessoramento ao governo Federal na formulação, atualização e implementação da Política Nacional de Biossegurança relativa a Organismo Geneticamente Modificado (OGM), bem como no estabelecimento de normas técnicas de segurança e pareceres técnicos referentes à proteção da saúde humana, dos organismos vivos e do meio ambiente, para atividades que envolvam a construção, experimentação, cultivo, manipulação, transporte, comercialização, consumo, armazenamento, liberação e descarte de OGM e derivados.