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Centro-oeste ganha rede de pós-graduação, pesquisa e inovação
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Ricardo Lemos - Ministro Rezende (c) presidente instalação da Rede Cerrado, em Brasília.
11/12/2009 - 07:50

A partir de 2010 pesquisadores da região Centro-Oeste terão mais apoio para projetos que estudam os biomas do Cerrado e Pantanal. Foi criada nesta quinta-feira (10) a Rede Pró Centro-Oeste de Pós-graduação, Pesquisa e Inovação.

 

Assinaram o acordo que cria a rede o ministro da Ciência e Tecnologia (MCT), Sergio Rezende, a secretária de Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC), Maria Paula Dallari, o governador de Goiás, Alcides Rodrigues, os secretários de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, Francisco Tarquínio Daltro, do Distrito Federal, Izalci Lucas, e o reitor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Gilberto José de Arruda. 

 

Quinze instituições de ensino superior dos três estados e do Distrito Federal participam da rede de pesquisa que objetiva aumentar o número de pesquisas sobre os dois biomas. A Rede Pró Centro-Oeste terá ainda 452 pesquisadores e 25 instituições públicas e privadas. Rezende disse que a chave para o avanço da Ciência e Tecnologia é a formação de profissionais qualificados. “A Rede Pró Centro-Oeste vai permitir que os pesquisadores sejam qualificados e que haja mais conhecimento sobre o Cerrado e Pantanal”. 

 

Outro destaque do projeto é aumentar a quantidade e a qualidade das teses e dissertações acadêmicas sobre biotecnologia e geodiversidade e biodiversidade dos biomas. “A ideia é criarmos mais cursos de doutorados e mestrados em meio ambiente. Entramos agora em uma fase importante: dar sequência e efetividade a esse programa”, afirmou o secretario executivo do MCT, Luis Antonio Elias. 

 

O governador de Goiás, Alcides Rodrigues, ressaltou que a Rede Pro Centro-Oeste veio para ajudar a preservar o Pantanal e o Cerrado. “Faltam pesquisas sobre esses biomas. Não podemos deixar biodiversidade e os mananciais aqüíferos sumirem. Formar massa crítica capacitada é essencial”, disse.

 

Recursos de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, do MCT e do MEC vão financiar as pesquisas da Rede Pró Centro-Oeste. No entanto, os valores ainda não foram definidos.

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