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Congresso discute potencialidades da palma no semiárido
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Ilustração de Fátima Zagonel
02/04/2009 - 17:16

Potencialidades e Inovações para o Desenvolvimento Sustentável é o tema principal do 1º Congresso Brasileiro de Palmas e outras Cactáceas, a ser realizado de 26 a 29 de outubro próximo, em Campina Grande (PB).

O evento é organizado pelo Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCT) em conjunto com a Federação da Agricultura da Paraíba (Faepa), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Associação Brasileira de Palma e outras Cactáceas (ABPCac) e Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

O presidente da Faepa, Mário Borba, afirma que a principal finalidade é divulgar entre produtores, técnicos, cientistas e pesquisadores todas as alternativas de uso da Palma, mostrando sua importância não apenas na alimentação de ruminantes, mas na elaboração de cosméticos e na arte culinária. Segundo ele, este assunto tem despertado a atenção de áreas secas não apenas do Brasil, mas de outros países da América do Sul, a exemplo do Uruguai.

Ainda de acordo com Borba, muitos fatores relacionados à inclusão da Palma na alimentação humana passam pela questão cultural, uma vez que no México, de onde é originária, a maioria dos pratos servidos é feita à base desta cactácea. "Lá é oferecida palma com ovos, sucos, marmeladas, doces, picles e nos impressiona o fato de que, mesmo estando há tanto tempo no Brasil, o mesmo não ocorra aqui", lamenta.

Ele destaca a palma como uma grande oportunidade para a cadeia produtiva do semiárido brasileiro. Segundo Borba, diversas unidades na Paraíba já aumentaram a produtividade de 80 para 400 toneladas por hectare. "No município de Taperoá, por exemplo, existem propriedades produzindo o fruto, que entra no Brasil como Figo da Índia, a preços elevadíssimos e é preciso valorizar esta alternativa", diz ele.

O Congresso Brasileiro de Palmas e outras Cactáceas será realizado em nível nacional a cada dois anos, com a presença de instituições e produtores, para fechar a cadeia produtiva, seguindo exemplo do México.

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