Na Expo-Interativa, mostra científica que será inaugurada no próximo dia 11, no Rio de Janeiro, um espaço chamado Tapiri Amazônico ? um templo do Brasil, vai reunir 18 instituições que trabalham na região para demonstrar a importância da integração entre a ciência e a cultura para a sustentabilidade da região. A exposição faz parte da programação do 4º Congresso Mundial de Museus e Centros de Ciências.
Com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia, a construção, que ocupa uma área de 600 metros quadrados, adotou padrões estéticos dos povos da floresta, e segue os mais modernos conceitos de tecnologia. Ao reunir, na sua concepção artística, a tradição cultural e a ciência, o espaço ressalta o homem amazônico em suas relações com a natureza e em sua busca pela inclusão social.
Dentre as atividades programadas constam: pinturas corporais e faciais com artista plástico indígena; apresentação da astronomia segundo os indígenas; oficina de lutheria; extração de óleo de andiroba; shows de grupos teatrais, de música, danças, poemas e corais; contadores de histórias; mostras de fotografias, de artesanato de pimentas e plantas que atuam no combate à malária.
Estão presentes no Tapiri Amazônico as seguintes instituições: Fiocruz Amazônia, Secretarias de Ciência e Tecnologia, Educação e Cultura do Amazonas, Sebrae-AM, Amazonastur, Oficina de Marajá, Ong Lutheria, universidades dos estados do Amazonas, Maranhão e Mato Grosso, Suframa, Museu Sacaca, Museu Roraima, Hospital Hemoan, Fundação Adriano Jorge, Fundação de Controle e Estudo da Oncologia, e as instituições vinculadas ao MCT na região: Museu Goeldi e Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (NPA).
A Secretaria de Inclusão Social do Ministério, responsável pela participação da Pasta na Expo-Interativa, também apresenta suas realizações e seus projetos.
A Expo-Interativa ficará aberta ao público até o dia 18 no Riocentro, em Jacarepaguá. A entrada é gratuita.