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Dirigentes do CNPq se reúnem com pesquisadores em Pernambuco
22/03/2005 - 10:11

Os pesquisadores Categoria 1 e os alunos de doutorado agora já podem comprar material permanente com os recursos do Grant e das Taxas de Bancada, respectivamente. Anteriormente, só era permitido adquirir material de consumo. Com isso fica liberada a compra de computadores, entre outros itens classificados como materiais permanentes, mas todo o material adquirido deverá ser incorporado ao patrimônio da instituição a que o pesquisador ou estudante de doutorado pertence.

A notícia foi dada pelo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), Erney Camargo, e o Diretor de Programas do CNPq, José Roberto Drugowich, no último dia 19, em Recife, onde participaram de encontro com o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), professor Amaro Lins, pró-reitores, professores, pesquisadores e coordenadores de cursos de pós-graduação, além do presidente e diretor científico da Facepe, do diretor da Fade e do secretário-adjunto da SBPC em Pernambuco.

Outra novidade anunciada é que até o final do mês de abril o CNPq irá distribuir mais mil novas bolsas para os cursos de pós-graduação, sendo que os programas terão três meses para implantação das novas bolsas recebidas. Como as regiões Norte e Nordeste possuem 16% dos cursos de doutorado do País, mas apenas 12% das bolsas para tais cursos, espera-se que com a distribuição das novas bolsas essa diferença de porcentuais seja corrigida.

Erney disse ainda que as bolsas do tipo sanduíche para alunos estudarem no exterior e que só eram alocadas para programas de pós-graduação níveis 6 e 7 foram estendidas para programas de nível 5, mas só serão permitidas viagens para o exterior para programas ou áreas sem similar no Brasil. Além disso, está sendo estudada a possibilidade de permitir que bolsistas DTI possam se matricular em programas de pós-graduação, desde que haja anuência do professor orientador.

Entre outros assuntos tratados durante o encontro, o presidente do CNPq informou que o problema da mobilidade de pesquisadores Categoria 2 para a Categoria 1 depende, fundamentalmente, de mais recursos para tal finalidade. Também reafirmou que as fundações de pesquisa ou instituições semelhantes são fundamentais para parcerias entre os estados e o CNPq. Atualmente, somente os estados de Rondônia e Tocantins não possuem fundações de pesquisa.

Ao final da reunião, alguns dos presentes elogiaram a atual administração do CNPq, principalmente, pela transparência na distribuição de recursos e o sistema de informações que é mantido com os pesquisadores, além do volume de recursos que vem sendo direcionado aos pesquisadores do País. O presidente do CNPq afirmou que os avanços conseguidos a mais em relação à gestões anteriores se devem ao excelente relacionamento que é mantido entre o CNPq e o Ministério de C&T através de seu ministro Eduardo Campos.

Com a colaboração da SBPC/PE

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