|
14/12/2004 - 16:23
O ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, recebeu na noite de ontem (13), Luis Madi e Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque, presidente e secretário-executivo da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (ABIPTI), respectivamente, acompanhados por outros membros da associação. A reunião teve como pauta a parceria entre a ABIPTI e o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
O grupo encaminhou a Eduardo Campos um documento com as principais atividades desenvolvidas ao longo de 2004 pela instituição, em cooperação com o Ministério. Em seguida, discutiram a continuidade dos projetos para 2005.
O ministro assinou um termo aditivo de um convênio entre o MCT e a instituição, prorrogando o prazo de execução, que se encerraria neste mês, até abril do próximo ano. Os programas contemplados no convênio envolvem áreas como gestão ambiental, agropólos, excelência na gestão dos institutos, fortalecimento do programa brasileiro de design e pólos de desenvolvimento (Arranjos Produtivos Locais).
Luis Madi explicou que a atual diretoria da ABIPT, eleita em abril de 2004, fortaleceu o desenvolvimento regional por intermédio das vice-presidências regionais da associação. ?No próximo ano, iremos organizar, de abril a setembro, eventos comemorativos dos 25 anos da ABIPT nas cinco regiões brasileiras. Serão realizados seminários de 2 dias, onde se discutirá o papel dos institutos de pesquisa tecnológica do País?, declarou.
Os subsídios dessa discussão darão origem a um documento, que será apresentado ao MCT. Eduardo Campos sugeriu compatibilizar o agendamento dessas reuniões com as regionais preparatórias para a Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia, que será realizada em 2005. ?Tenho uma grande expectativa em relação à conferência, que é um marco legal e estruturante do sistema de ciência e tecnologia no País?, ressaltou.
Os membros da nova diretoria da ABIPTI solicitaram ao ministro o lançamento de editais exclusivos para os institutos de base tecnológica, o que tornaria viável o financiamento de projetos de pesquisa do setor. Pelas normas atuais, os projetos são avaliados com critérios acadêmicos, que não correspondem à realidade das pesquisas desenvolvidas nessas instituições.
|