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Conselho Deliberativo do CNPq define ações para 2004
13/02/2004 - 14:38

Em sua primeira reunião este ano, o Conselho Deliberativo (CD), instância máxima de decisões do CNPq, apreciou as atividades do órgão em 2003, relatadas pelo presidente Erney Camargo, e programou as atividades para 2004. Na ocasião, foi apresentado o orçamento do CNPq para 2004 - cerca de R$ 680 milhões.

O novo secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Luís Fernandes, que representa o ministério no CD, disse que o CNPq será de suma importância na principal tarefa anunciada pelo ministro Eduardo Campos desde sua posse: a de integrar as ações do governo em C&T. "O CNPq abrange toda a gama de ações existentes no país, e por isso deve ter papel estratégico", disse Fernandes, que foi diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro.

Jorge Guimarães, atual presidente da Capes e seu representante no CD, ressaltou a importância da transparência com a aplicação dos recursos financeiros pelo MCT, que podem ser acessados na página do ministério, com todas as suas ações e, em especial, as do CNPq por meio do projeto Transparência - Gestão de Gastos Públicos do MCT. https://www.mct.gov.br/empenho/

Também foi apresentada ao CD uma proposta da Diretoria Executiva do CNPq para a criação de novas categorias de pesquisador para o sistema de Produtividade em Pesquisa (PQ). Seriam categorias de pesquisadores - Associado, Emérito e Honorário - que se ligariam ao CNPq sem a requisição de bolsas, mas com os benefícios normalmente associados ao sistema PQ. Essa proposta já vem sendo discutida com a comunidade científica e será tema da próxima reunião do CD, para sugestões e aperfeiçoamento.

Comissões

Duas comissões foram criadas na reunião. Uma, vai tratar de ações mobilizadoras em ciência & tecnologia e, a outra, uma comissão para Análise da Constituição e Funcionamento dos Comitês de Assessoramento, criada para dar continuidade aos trabalhos que já vêm sendo feitos desde 2003 para o aperfeiçoamento do sistema de julgamento de demandas do CNPq.

"Não há dúvidas de que o sistema de CAs e a avaliação por pares é o melhor, mas precisamos aperfeiçoá-lo", disse Jailson Bittencourt, representante da comunidade científica no CD e vice-coordenador da comissão. Ele organizou a comissão, que reviu as regras de funcionamento dos Cas, e agora ajudará na discussão e revisão dos critérios de sua composição. "É preciso ver se os critérios estão ou não adequados", concluiu. A comissão também continuará o trabalho de auxílio ao funcionamento dos CAs iniciado em 2003.

Ajustes

Uma das medidas aprovadas pelo CD muda uma regra que não permitia aos bolsistas de Aperfeiçoamento Técnico (AT) cursarem pós-graduação. O CD considerou a norma apenas um entrave burocrático, mas o bolsista precisa da anuência do orientador do projeto a que pertence a bolsa AT, e deve optar entre esta bolsa e a de pós-graduação, caso lhe seja concedida.

Durante a reunião, foram empossados os dois conselheiros que tiveram seus mandatos renovados como representantes da comunidade científica: o professor Jacob Palis, do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e o professor Oswaldo Luiz Alves, do Instituto de Química da Unicamp.

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